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O Chile é um país estreito, que se estende no sudoeste da América do Sul, limitado ao norte pelo Peru, a leste pela Bolívia e Argentina, ao sul pelo Estreito de Drake e a oeste pelo Oceano Pacífico. Por suas características peculiares, reúne contrastes curiosos, como as neves eternas dos picos das Cordilheira dos Andes e a aridez do deserto de Atacama, considerado o lugar mais seco do planeta. Além das muitas ilhas próximas, principalmente no sul do país, o Chile tem também ilhas oceânicas, como a Ilha de Páscoa, a ilha Sala Y Gómez, o Arquipélago Juan Fernández e as Ilhas Desventuradas. Também no Chile está o Cabo Horn que é ao mesmo tempo o extremo sul da América do Sul e o ponto mais próximo da Antártida.
A capital, Santiago, fica a 520 metros de altura, próxima à Cordilheira dos Andes. Fundada em 1541 pelo espanhol Pedro Valdívia, a cidade conquistou sua independência em 1818. Dos habitantes originais, os índios mapuches – "mapu", terra; "che", homem, no idioma mapudungun – restam bonecos de cera no Museu Nacional de Belas Artes. A população mapuche que sobreviveu à ocupação de seu território pelos espanhóis encontra-se hoje separada pela fronteira entre o Chile e a Argentina.
Plana e pequena, Santiago é uma cidade para ser conhecida a pé. Se preferir, há o metrô eficiente e limpo e táxis mais baratos do que no Brasil, principalmente fora dos horários de pico. Para ter uma visão geral da cidade, pegue o teleférico pela Pedro de Valdívia, suba a um dos cerros (colinas) transformados em parques urbanos, como o San Cristóbal e o Santa Lucia e aproveite para admirar a cidade, reconhecendo a alameda – avenida Libertador Bernardo O'Higgins, a principal rua da cidade –, os bairros e a posição das montanhas.
Depois de entender a geografia da cidade, desça e passeie pelas construções dos séculos XVIII e XIX, que convivem em harmonia com a arquitetura moderna e com os prédios baixos, construídos assim por precaução com os tremores de terra.

Não perca:
Palácio de La Moñeda.
Inaugurado em 1805 para ser a casa da moeda do país, tornou-se sede do governo 41 anos depois. Em 11 de setembro de 1973 foi bombardeada. Foi no La Moñeda que o ex-presidente socialista Salvador Allende, eleito em 1970, se suicidou quando foi instaurado o regime militar comandado pelo general Augusto Pinochet. Apenas por sua importância histórica, o La Moñeda já valeria a visita, mas o edifício também costuma abrigar exposições de arte.
Mercado Central é uma construção de ferro pré-fabricada na Inglaterra e montada em Santiago em 1868, que funciona das 6h às 16h e é o melhor lugar para apreciar as especialidades chilenas,
principalmente frutos do mar. Abriga barracas de peixe, como cação e salmão, e vende também baldes de ostras, mariscos, mexilhões, frutas e legumes. Imperdível.
Museu Nacional de Belas Artes. Criado na virada do século XIX e inaugurado em 1910, é um imponente prédio art noveau com teto de vidro e estrutura de metal belga, que divide o Parque Forestal. A maior parte do seu acervo é composta por obras do período colonial em diante, principalmente de artistas chilenos.
Vinho. O vinho chileno é considerado por especialistas como um dos melhores do mundo, graças ao clima e às condições muito favoráveis ao plantio das uvas. Na periferia de Santiago há vinícolas que mantêm programas de visitas com direito a degustação e acompanhamento de guias especializados. Informe-se no hotel.
Próximo às melhores áreas comerciais, às pistas de esqui, o Novotel Santiago é perfeito para suas férias e fins de semana em Santiago do Chile. Com 144 quartos, piscina, hidromassagem, fitness center, massagem, sauna, spa, estacionamento e acesso Wi-Fi à Internet, o hotel é uma grande opção Accor para tornar seus momentos de lazer inesquecíveis.
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